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Perguntas e Respostas (FAQ)


Definições básicas de luminotécnica

 

É a porção do espectro eletromagnético cuja radiação pode ser captada pela visão humana. Identifica-se esta radiação como sendo a luz visível, ou simplesmente luz, uma sucessão contínua de irradiação magnética e elétrica que pode ser caracterizada pela frequência ou comprimento da onda. A luz visível abrange uma parte pequena do espectro eletromagnético na região de cerca de 380 nanômetros (violeta) até 770 nanômetros (vermelho) de comprimento da onda.

Para cada frequência da luz visível é associada uma cor.

 

Energia eletromagnética irradiada na faixa do comprimento de onda de cerca de 770 a 1106 nanômetros (nm). A energia nessa faixa não pode ser vista pelo olho humano, porém pode ser sentida como calor pela pele. Lâmpadas que emitam energia nesta faixa de comprimento de onda possuem baixa eficiência pois parte da energia elétrica consumida é dissipada na forma de calor poluindo o ambiente termicamente.

 

Energia irradiante na faixa de cerca de 100-380 nanômetros (nm). Para aplicações práticas, a banda UV é dividida como:

Produzindo Ozônio: 180 – 220 nm;
Bactericida (germicida): 220 – 300 nm;
Eritema (avermelhamento da pele): 280 – 320 nm;
Luz “negra”: 320 – 400 nm.

A Comissão Internacional da Iluminação (CIE) define as bandas UV como UV-A (315-400 nm); UV-B (280-315nm) e UV-C (100-280nm).

 

Potência é a grandeza que determina a quantidade de energia consumida pela fonte luminosa ao gerar o fluxo luminoso. Varia de produto para produto e está diretamente relacionada à eficiência luminosa. A unidade de medida de potência é o Watt (W).

 

Em síntese, o fluxo luminoso é a quantidade total de luz emitida por uma fonte luminosa em todas as direções capaz de produzir estímulo visual. Esta energia radiante a qual chamamos de fluxo luminoso pode ser quantificada através de uma grandeza chamada de lúmem (lm).

Não existe um equipamento portátil capaz de medir o fluxo luminoso de uma fonte luminosa, isto apenas pode ser realizado em laboratório, com aparelho específico chamado de Esfera Integradora de Ulbricht. A Esfera Integradora é um equipamento em formato esférico com revestimento interno especial que serve como refletor e difusor, fazendo com que todo o fluxo luminoso emitido por uma fonte ilumine o interior da esfera de maneira homogenia podendo ser integrado por um sensor ótico.

 

Eficiência Luminosa é um parâmetro que indica o quão eficiente uma fonte luminosa converte em luz a energia que recebe, sendo avaliada pela correlação do fluxo luminoso total emitido, dado em lúmens (lm) e o seu consumo de energia dado pela potência em Watts (W). O cálculo é simples, basta dividir o fluxo luminoso pela potência conforme demostrado abaixo:

Esquema de Eficiência Energética

A Eficiência Luminosa é um fator de extrema importância para avaliarmos, no ato da compra, o desempenho de um produto em função de seu consumo de energia. Quanto maior a Eficiência Luminosa de um produto, maior será o pacote de luz entregue ao ambiente mantendo-se um baixo nível de consumo.

 

É a quantidade de luz emitida por uma fonte luminosa em uma determinada direção. Utilizada em lâmpadas refletoras, onde a intensidade luminosa está ligada ao Ângulo de Facho. A unidade de medida de intensidade luminosa é dada em Candelas (cd).

O Ângulo de Facho mede o quanto a lâmpada é focada em uma determinada direção em relação a abertura do ângulo de projeção de luz a medida que distanciamos do ponto luminoso. Nesse sentido, lâmpadas com ângulo de facho estreito, são ideais para iluminação de objetos menores e que requerem destaque no ambiente. Por outro lado, ângulo de facho abertos, favorecem iluminação de áreas maiores utilizando poucas lâmpadas. A unidade de medida do Ângulo de Facho é o grau (°).

Dessa forma, lâmpadas que por si próprio já oferecem uma iluminação direcional como por exemplo as lâmpadas PARES e MR podem facilitar e reduzir os custos da aplicação e do consumo de eletricidade.

 

A Iluminância é um termo que descreve a medição da quantidade de luz que cai (iluminando e espalhando) sobre uma determinada área de superfície, ou seja, indica a quantidade de luz que incide em um ponto específico como por exemplo uma mesa de trabalho. Pode ser quantificada com o auxílio de um equipamento muito comum entre os luminotécnicos chamado de Luxímetro.

O Luxímetro, também chamado de fotômetro é um aparelho que absorve e calcula a luminosidade de determinado ponto em um ambiente. Desenvolvido por Walter D’Arcy Ryan, desde o ano de 1909 é muito utilizado no ramo da construção civil e até na agricultura

Qualquer projeto de iluminação necessariamente precisa atender as normas estabelecidas na NBR 5413 e NBR 5382 no que tange à Iluminância adequada para cada tipo de aplicação, de maneira a não sobrecarregar o sistema de iluminação e garantir o nível mínimo desejável de iluminação para que a pessoa execute as tarefas e atividades enquanto permanecer no ambiente, evitando o cansaço e o desconforto visual.

Diferente da Luminância, a Iluminância é a luz que incide, não é visível. A unidade do SI para iluminância é o lux (lx).

 

A luminância descreve a medição da quantidade de emissão de luz, que passa através ou é refletida a partir de uma superfície em particular em um certo ângulo. A luminância se refere às percepções visuais e sensações fisiológicas de luz indicando o quanto de energia luminosa pode ser percebida pelo olho humano quando refletida por um objeto. Na indústria de monitores, a luminância é usada para quantificar o brilho dos monitores. Há uma variedade de unidades utilizadas para luminância. A unidade SI para luminância é candela/metro quadrado (cd/m²).

Diferente da Iluminância, a Luminância é a luz refletida, sendo visível.

 

A Temperatura de Cor expressa a aparência de cor da luz emitida pela fonte de luminosa. Quanto mais alta a temperatura de cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz. Quando falamos em luz morna ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim a tonalidade de cor que ela irradia ao ambiente. No caso dos produtos Kian, a Temperatura de Cor está classificada em três definições conforme a faixa de tonalidade expressa em Kelvin (K), conforme especificado abaixo:

Branco Morno: Faixa de emissão de tonalidade ≤3499K.
Branco Neutro: Faixa de emissão entre 3500K≥ tonalidade ≤4999K.
Branco Frio: Faixa de emissão de tonalidade ≥5000K.

 

Escala utilizada para indicar a capacidade que determinada fonte de luz possui de reproduzir com fidelidade as cores dos objetos por ela iluminados. Esse índice vai de 0 à 100: quanto maior o valor, mais precisa a reprodução da cor.

O Índice de Reprodução de Cor (IRC) não possui unidade de grandeza sendo definido como adimensional.

 

Fator de potência é um índice que varia de 0 a 1 e indica quanto da energia consumida da rede está realmente sendo utilizada para realizar trabalho. Um baixo fator de potência pode ser resultado de uma carga reativa ou com alta distorção harmônica. Quanto maior for o fator de potência indicado nos dados do produto, melhor é a maneira com que o mesmo consome energia.

 

Curva apresentada em coordenadas que representa a distribuição de intensidade luminosa em um plano de trabalho. Em outras palavras, é a representação gráfica do comportamento da distribuição de luz de uma fonte luminosa.

 

IES é a sigla para Illumination Engeneering Society ou Sociedade de Engenharia de Iluminação, em português. Os arquivos IES vêm num padrão de arquivo digital em formato ASCII (código padrão americano para troca de informações).

Os arquivos IES são gerados para divulgar como uma lâmpada se comportará no ambiente virtual da mesma forma como se comportará num ambiente físico, em outras palavras, é um arquivo que contém o comportamento de emissão de luz de determinada fonte luminosa. Os arquivos IES apenas podem ser utilizados através de softwares específicos que permitem a sua visualização. Estes softwares, através da leitura dos arquivos IES, possibilitam uma simples visualização do produto aplicado facilitando a vida do projetista. Ou seja, você pode usar qualquer arquivo IES em suas maquetes eletrônicas ou modelagem 3D e conseguir idealizar previamente o resultado do seu projeto de iluminação.

 

É o percentual de redução do fluxo luminoso (ou emissão de luz) de uma lâmpada, durante a degradação natural de seus componentes ao longo do período de operação de sua vida útil. Esta redução é inerente a todas as lâmpadas elétricas.

 

Uma convenção adotada na indústria é indicar o tempo de vida útil do LED como sendo o número de horas de funcionamento necessárias para que a intensidade inicial de luz emitida seja reduzida a um nível perceptível ao olho humano, que comece a afetar a iluminação do ambiente, inicialmente dentro dos níveis exigidos ao seu propósito. Na prática, esse "nível de corte" é de 70%, ou seja, quando a intensidade de luz entregue pelo LED cai de 100% para 70%, essa degradação de luz será notável ao olho humano. No caso do LED, em determinados produtos a vida declarada vem acompanhada da descrição L70, como por exemplo: 25.000 (L70), isso significa que o produto em questão terá uma depreciação de fluxo em torno de 30% após 25.000h de operação em temperatura ambiente específica. Quando o LED atinge 30% de depreciação comparado ao seu fluxo inicial é considerado como o término de sua vida útil, embora em muitos casos o produto continue funcionando.

Diferente de uma lâmpada de filamento, o LED não "queima" de uma vez, deixando de emitir luz repentinamente, mas vai perdendo sua capacidade inicial. Assim, de acordo com a aplicação, uma redução a 70% da intensidade inicial pode indicar necessidade de reposição em aplicações mais críticas ou exigentes, enquanto que em outras pode ser aceitável uma redução de até 50%.

 

O Grau de Proteção é um padrão internacional que especifica níveis de proteção do equipamento em relação ao ambiente. O código IP (Índice de Proteção) é composto de dois dígitos: o primeiro (0-6) é relativo à proteção contra objetos ou materiais sólidos, e o segundo, relativo à proteção contra água (0-8).

 

 

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